Nem sempre haverá caminho.
Ou um lugar seguro para ficar.
Nem todas as varandas serão o suficiente
e nem todas obras históricas em um museu
poderão ter o que contar.
Nem sempre haverá retorno.
Alguns caminhos se dividem.
Mas, sempre vai ter sido válido
afinal a vida é efêmera e toda as existências são significativas.
Agora é descansar para a labuta diária de amanhã
na rotina das caixas e da poeira e continuar sempre.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
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