quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Itacoatiara - Niterói - RJ



A praia de Itacoatiara, é a praia dos surfistas, costuma ter ondas excelentes para os praticantes do esporte. Rodeada por uma natureza ímpar a praia tem uma boa extensão de areia e uma grande pedra que a separa da prainha que leva o mesmo nome.


Em matéria de diversão essa praia é recomendada para quem sabe nadar, possui muitas correntes marinhas e costuma ter um índice alto de afogamentos e desaparecimentos. Se não souber nadar vale a pena ficar na areia e apreciar a paisagem, inclusive o por-do-sol que em Itacoatiara é um espetáculo a parte. Conta com quiosques no calçadão. De noite é um bom lugar para fazer um luau ou só sentar na areia com amigos e tocar um violão.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

tentando preencher o mim

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

No meu peito bate Quintana

Em uma tarde eis que bate a porta de minha cavidade toráxica um poema. Um poema com ar pretencioso, ousado e um tanto quanto cruel.

Não se preocupou com minha capacidade pulmonar ou nada do gênero biológico que me compunha. Chegou bateu na porta e antes mesmo que eu decidisse abrir ou não ele entrou e invadiu e tomou espaço e se fez em lar e destituiu as artérias e a aorta foi plantar em outro lugar.

Gritou e deixou fazer eco entre as minhas costelas. No meu peito bateu o livro, primeiro livro para mim lido, Preparativos de Viagem do Quintana.

O poema veio assim castigando e violento nas portas da minha carne humana e ficou. Como um bom retirante, chegou e logo ligou para a família e cá estou eu abrigando em meu corpo vários títulos do Quintana e são tantas poesias que estaria o meu coração super lotado se as poesias apesar de serem ousadas não fossem leves e magrinhas, de forma que cabem direitinho na minha paisagem interior.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ainda aqui

Tenho em mim passaportes soberanos
que voam em diversas escalas
e na poltrona aperta o cinto
o portão da minha casa.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Lei de Talião

Estava lendo
de repente
duas moscas gritam
meu ouvido
briguentas.

Interrompo com elas
assim como elas interrompem
comigo.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Paranóia



Este vento que me persegue

Essa sombra que me recrimina

E esse nariz que me espreita

Sou vítima de todos esses olhos

desse mundo mosca.